Lirane Carneiro revista Conselho Regional de Odontologia

Saiu na revista eletrônica do Conselho Regional de Odontologia do Paraná e com orgulho trazemos aqui o trabalho como destaque de mais um membro da SOBA, sua apresentação de trabalho científico em dos importantes encontros de acupuntura .

O texto diz “A cirurgiã-dentista paranaense Lirane Carneiro Suliano apresentou trabalho científico sobre acupuntura no InternationalSymposiumonAcupunctureResearch. O evento foi realizado no último dia 1.° de junho em Pequim, na China.

Dra. Lirane está entre professores e alunos da Faculdade Ibrate que apresentaram quatro trabalhos científicos sobre o tema.”

Helio Sampaio entrevista para Uol

oulFoi publicado no UOL, uma matéria sobre Acupuntura em Odontologia na qual destacam os nossos queridos membros Dr. Helio Sampaio Filho e Dra. Maria Cristina Borsatto, retiramos um fragmento para mostrar-lhes com orgulho para a nossa categoria.

Barulho do motor e as agulhas usadas durante o tratamento são alguns dos motivos que mais causam medo na hora de entrar no consultório de um dentista. E o pavor de fazer a consulta para verificar a saúde bucal não é só no Brasil. Segundo dados da Sociedade Americana de Odontologia, três em cada 10 adultos têm medo de ir ao dentista. No entanto, o que poucos pacientes sabem é que existem técnicas alternativas, como acupuntura e hipnose, capazes de diminuir a ansiedade e controlar o estresse para tornar a consulta mais tranquila.

A professora e pedagoga Gisele Prestes Kaussinis, 50, confessa que tinha um pouco de medo de ir ao dentista devido ao barulho dos procedimentos que são feitos na consulta, além disso, ela também sentia ânsia na hora de colocar algodão e gaze na boca. Foi com a acupuntura — técnica milenar da Medicina Tradicional Chinesa — aliada ao tratamento dentário que ela superou o trauma há 10 anos.

“Vi reportagens sobre o tema e procurei um profissional de confiança. Virei fã de carteirinha, pois além de ajudar a controlar a ansiedade, também traz outros benefícios para o corpo. Tenho síndrome do cólon irritável, então meu dentista faz o tratamento com as agulhas para regular esse problema, eliminar o medo e relaxar”, conta Kaussinis, que afirma que as agulhas não causam nenhum tipo de dor e/ou incômodo.

Para o presidente da Câmara Técnica da área de acupuntura do Crosp (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo), o cirurgião-dentista Helio Sampaio Filho, a acupuntura visa o equilíbrio geral do organismo do indivíduo. “As agulhas são colocadas em alguns pontos espalhados pelo corpo todo, dentro dos meridianos, que consistem em vias por onde circula a energia. Dentro desses meridianos, existem alguns pontos que quando estimulados por agulhas, são mais apropriados para relaxar, melhorar a questão da ansiedade e do medo também”, afirma.

A técnica pode ser feita na própria cadeira do dentista — ainda que alguns destinem uma sala apenas para isso — e a duração da sessão varia entre 30 e 60 minutos de acordo com o caso de cada paciente. Alguns especialistas também procuram fazer algumas sessões antes mesmo de começar o tratamento odontológico. “Quando essa questão do medo e ansiedade é muito forte, o paciente pode fazer de três até cinco sessões de acupuntura antes de iniciar o tratamento até que ele se sinta mais tranquilo e confiante”, afirma Filho.

Sem contraindicações, a acupuntura também é indicada para outros casos além do medo de ir ao dentista, dentre eles: alergia a anestesia, disfunções temporomandibulares, bruxismo, paralisia facial, nevralgia do trigêmeo (dor aguda causada por uma inflamação no nervo da face), aftas, reflexo de regurgitação, náusea e no tratamento de pacientes com doenças mentais.

“Pacientes com paralisia cerebral, por exemplo, têm muitos movimentos involuntários, o que torna o tratamento odontológico mais difícil. Com a acupuntura, eles ficam tão calmos que às vezes não é preciso colocar faixas de contenção durante o tratamento”, aponta Maria Cristina Borsatto, professora-titular de Odontopediatria e de Acupuntura da Faculdade de Odontologia da USP de Ribeirão Preto.

Fonte: Uol.

 

 

App CROSP

O Conselho Regional de Odontologia do Estado de São Paulo, em linha com o constante crescimento do uso de dispositivos móveis – em especial smartphones e tablets –, aperfeiçoou seu app e já o disponibilizou para download, incluindo funcionalidades e serviços que conferem celeridade e profissionalização à rotina da autarquia, especialmente no que tange à interação com os profissionais da área.

A opção de denunciar irregularidades diretamente ao Conselho é uma das inovações mais marcantes do sistema. Mas a nova versão também abrange tarefas mais cotidianas dos profissionais da área, como a consulta às seccionais do CROSP em todo o estado, atualização do cadastro de cirurgiões-dentistas e o acesso ao Código do Consumidor.

“Nossos canais estão cada vez mais completos e modernos para que possamos nos manter próximos aos profissionais”, explica Claudio Miyake, presidente do CROSP. “Operações digitais desta natureza também nos tornam mais ágeis e assertivos no trabalho de zelar pela ética da profissão”, completa.

A primeira versão do app do CROSP foi lançada em agosto deste ano, já à época assegurando um novo modelo de contato com os profissionais inscritos,  inscrições on-line em programas do órgão  e consulta ao Código de Ética — todas funcionalidades preservadas na verão atual do app.

Fonte: CROSP

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OMS quer redução do consumo de “açúcar livre” para menos de 10%

Um novo guia da Organização Mundial da Saúde, OMS, divulgado esta quarta-feira pede a redução do consumo de “açúcar livre” entre crianças e adultos para menos de 10%.
O documento diz que se a queda for para menos de 5%, aproximadamente 25 gramas ou 6 colheres de chá por dia, a população terá benefícios de saúde.

Provas Concretas

Segundo a OMS, “há provas concretas de que o consumo de açúcar livre abaixo de 10% de todo o consumo de diário de energia reduz o risco de sobrepeso, de obesidade e também de adquirir cáries.

De Copenhague, na Dinamarca, o gestor de nutrição e obesidade da OMS, João Breda, falou à Rádio ONU sobre o perigo do consumo em excesso.

Creative Commons – CC BY 3.0OMS quer redução do consumo de “açúcar livre” para menos de 10%“São açúcares muito simples pelo que são absorvidos rapidamente pelo nosso organismo. São utilizados de forma muito rápida. E, quando em excesso, podem contribuir para doenças como obesidade e diabetes. Embora possam ser utilizados no contexto de uma alimentação saudável, o seu consumo deve ser limitado porque há evidência científica que os associam, sobretudo, com a obesidade e com a diabetes.”

Os médicos explicam que o “açúcar livre” é aquele contido, por exemplo, em bolos, massas, refrigerantes e doces. Ele é monossacarídeo, como a glicose e a frutose, ou dissacarídeo, como a sacarose ou o açúcar granulado. O açúcar livre é adicionado à comida ou bebida pelos fabricantes, cozinheiros ou consumidores e também estão naturalmente presentes no mel, caldas e sucos de fruta.

O guia não se refere ao açúcar contido em frutas frescas e vegetais e nem no açúcar presente naturalmente no leite. Os especialistas disseram que não há nenhuma prova sobre efeitos adversos nesses casos.

Escondido

A OMS diz que a maior parte do açúcar consumido atualmente está “escondido” em alimentos processados que, geralmente, não são considerados doces. A organização cita como exemplo uma colher de chá de ketchup, que contém 4 gramas de açúcar livre. Além disso, uma única latinha de refrigerante tem até 40 gramas.

O estudo da OMS afirma que no mundo, o consumo da substância varia de acordo com a idade, região e país. O consumo médio global de açúcar livre passou de 58 gramas por pessoa em 2003 para 63 gramas em 2013. Mas a OMS alerta que a América do Sul registra o mais alto consumo médio diário, com 131 gramas por pessoa